domingo, 20 de julho de 2014

PRINCÍPIO DO VAZIO




            Você tem o hábito de juntar objetos inúteis, acreditando que um dia, (não sabe quando) vai necessitar deles? 
           Tem o hábito de juntar dinheiro sem gastá-lo, pois imagina que ele no futuro  poderá faltar? 
             Tem o hábito de guardar roupas, sapatos, móveis, utensílios domésticos e outras coisas que já não usa há muito tempo? 
          E dentro de você? Tem o hábito de guardar raivas, ressentimentos, tristezas,  medos e outros sentimentos negativos? 
              Não faça isso! Vai contra a sua prosperidade! 
            É preciso deixar um espaço, um vazio para que novas coisas cheguem  à sua vida. É preciso se desfazer do inútil que há em você e em sua vida para que a prosperidade possa acontecer.
              A força desse vazio é que atrairá e absorverá tudo o que deseja. 
             Se acumular objetos e sentimentos velhos e inúteis, não terá espaço para novas  oportunidades. Os bens necessitam circular.
             Limpe as gavetas, os armários, o depósito, a garagem… a MENTE…
          Doe tudo aquilo que já não usa… A atitude de guardar um monte de coisas inúteis  só acorrenta a sua vida. 
             Não são só os objetos guardados que paralisam sua vida.
        Eis o significado da atitude de guardar: quando se guarda, se considera a possibilidade de falta, de carência….
          Acredita-se que, amanhã, poderá faltar e que não haverá maneira de suprir as necessidades. Com esse pensamento, está enviando duas mensagens ao seu cérebro e à sua vida: 1ª... A de que não confia no amanhã; 2ª... Que o novo e o melhor, NÃO são para você… Já que alegra guardando coisas velhas e inúteis! 
            Deixa entrar o novo em sua casa… E dentro de você…”
          Renove-se. Guarde somente alegrias, carinhos, felicidades, confiança, fé, amigos, bondade, amor...
          Coisas que fazem você voar alto.
          Limpa também a sua alma. Jogue fora os ressentimentos, as mágoas, os medos, os desentendimentos, as tristezas...
           Essas coisas amarram e amargam as nossas vidas.

 (Joseph Newton – Adaptado por Prof. Antônio Padilha de Carvalho)

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