O
G:.A:.D:.U:. se revela pelas suas obras!
Em
toda parte e em todos os tempos, e se lançarmos o olhar em torno de nós
mesmos, sobre as obras da natureza, notamos a providência, a sabedoria, a
harmonia que consiste em cada canto e recanto do universo.
Quem
somos nós? Por que estamos aqui? O que viemos aqui fazer? Quais são as nossas
crenças sobre a vida?
Há
milhares de anos os Homens Maçons vêm sendo aconselhados a se interiorizar para
obter respostas a essas perguntas. Mas o que significa se interiorizar?
Dentro
de nós existe um poder capaz de amorosamente nos dirigir para uma saúde
perfeita, relacionamentos perfeitos, carreiras profissionais perfeitas e que
pode nos trazer prosperidade em todas as áreas. Para possuir isso, nós primeiro
temos de acreditar na possibilidade dessa perfeição. Em seguida, devemos dispor
dos padrões que criam as condições indesejáveis. Conseguimos isso a partir da
interiorização e ligação com o Poder Maior, o G:.A:.D:.U:.
Deus
nos criou simples e ignorantes, ou seja, sem conhecimento, porém, nos dotou de
recursos a que podemos adquirir pouco a pouco a ciência, conduzindo -nos a
perfeição relativa.
Nossas
mentes estão sempre ligadas a uma Mente Única e Infinita e, portanto, todo o
conhecimento e sabedoria estão disponíveis para nós a qualquer momento.
Somente
com suavidade, paciência e calma, conseguimos esculpir o nosso íntimo,
realizando a reforma de nossas almas com o objetivo de encontrar felicidade.
Somente
com suavidade, paciência e calma, conseguimos esculpir o nosso mundo,
realizando sua modificação para melhor.
O
martelo que destrói está nas críticas cruéis, nas palavras grosseiras que saem
de nossas bocas e ferem a auto-estima das pessoas à nossa volta.
Enquanto
a doçura da água está nos conselhos edificantes, na atenção e paciência com que
ouvimos a alguém, nas palavras de estímulo, no elogio animador.
O
martelo destruidor está no acúmulo da culpa em nosso coração, na auto-exigência
desequilibrada, na falta de amor próprio.
A
docilidade da água está na compreensão de nossas dificuldades, no auto-perdão,
e na disposição constante para corrigir os nossos erros.
Em
nossos dias, na análise de nosso comportamento, de nossas ações, lembremos
sempre da delicadeza da água moldando as rochas através dos tempos.
Procuremos
conquistar a paciência e a tranqüilidade, certos de que são virtudes dinâmicas,
que nos fazem seres pacíficos.
Onde
a dureza só faz destruir, a suavidade consegue esculpir.
A
suavidade, a delicadeza, são o amor expresso nas pequenas coisas, nos gestos
aparentemente simples, mas que revelam nossa preocupação com o próximo.
O
G:.A:.D:.U:. criou leis justas e sabias. Ele deu o suficiente e necessário para
nos melhorarmos.
Façamos
exercícios de introspecção, passemos a nos conhecer, tomar ciência de nossa
personalidade, assim teremos condições de nos avaliarmos melhor.
Somos
seres perfectíveis, está inserido em nós a essência divina, porém, pelo
esforço próprio, haveremos de obter as conquistas necessárias de qualquer
natureza, especialmente as que realmente nos são valiosas tais como:
compreensão, tolerância, perdão, pacificação, afabilidade...
Somos
espíritos em evolução buscando o conhecimento, cada um agindo de acordo com o
grau de entendimento que lhe é próprio, com a consciência propulsora de
suas ações, buscando sempre a perfeição.
Se
o Homem conhecesse o futuro negligenciaria o presente e não agiria com a mesma
liberdade na construção do mesmo.
É
justamente o que construirmos hoje que será a construção do nosso amanhã. Por
isso estamos aqui.
Somos
os únicos que podem salvar o mundo. Ao nos juntarmos em uma causa comum,
encontramos as respostas. Devemos sempre nos lembrar de que existe uma parte de
nós que é mais do que nosso corpo, mais do que nossa personalidade, mais do que
nossa doenças, mais do que nosso passado. Ela é nosso cerne, o puro espírito.
Ele é eterno. Sempre foi e sempre será.
Estamos
aqui para amar a nós mesmos e amarmos uns aos outros. Agindo assim,
encontraremos respostas que nos curarão e curarão o planeta. Estamos
atravessando uma época extraordinária. Tudo está mudando. Talvez nem conheçamos
a profundidade dos problemas, mas encontraremos soluções para eles.
Somos
espírito. Somos livres. Nós nos ligamos em um nível espiritual e sabemos que
esse nível nunca poderá ser tirado de nós. No nível do espírito, somos todos um
só. E somos livres. E assim é.
E
se alguém lhe indagar: O que vieste aqui fazer?
Referências
JORNAL
FRATERNIDADE - EDIÇÂO nº 11 ANO II - SET-OUT/2003;
Louise
Hay, O Poder dentro de você; Editora Best Seller – 4ª Edição – Círculo do Livro
– São Paulo-SP – 1991;
Momento
Espírita (www.momento.com.br) Redação do Momento Espírita, com base em
Yomaktub.

Nenhum comentário:
Postar um comentário